Grita!
Mas não some.
Insulta, esperneia
Faz greve de fome,
Incendeia
Mas fica!
Briga!
Perde a linha,
Diz que não é minha
E chora
Só não vai embora,
Fica.
Porque pode ser que num dia,
Com a cabeça mais fria,
Você me explique
E eu entenda,
Peça desculpas,
Sele a fenda
Que nos separa.
Mas pára com essa mania
De todo dia
Querer sair
Quando se irrita.
Grita!
Mas não some...
Xinga, provoca
Erra meu nome
mas fica, não vai
Porque dói, como dói,
Quando um amor que se constrói
cai.
Tenha a santa paciência,
Ou a puta indecência,
Tanto faz
Não interessa,
E eu nem tenho pressa,
Eu só tenho a certeza
Que se você for embora,
A gente vai jogar fora
um amor.
E jogar amor fora
É pecado.
E dos piores.
Olha, dias melhores virão.
Grita, reclama,
Diz que não me ama,
Mas larga essa mala no chão.
Desabafos, conclusões, segredos, reflexões, atendimentos, leituras, diário, cartas, crônicas, teorias e idéias... Aqui deixo exposta a minha mente e minha intimidade para que você leia. Entre e sinta-se à vontade.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Liláix diz:
É como pedir batata frita e não ter sal.
Ter celular e não ter sinal.
Ter alguém, mas ser só.
Felicidade nunca é completa.
Não existe perfeição.
Ter celular e não ter sinal.
Ter alguém, mas ser só.
Felicidade nunca é completa.
Não existe perfeição.
constaria no orkut de Lispector;
"É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo." (Clarice Lispector)
"This is the way I live"
"This is the way I live"
Ô música!
Toda night tá sempre ela lá... Tocando. E eu nunca tinha parado para prestar atenção...
Mas em minha última noitada, percebi que eu era a única que não incorporava aquela estrofe como uma legenda do que estavamos todos ali fazendo. Ao meu redor, todos os corpos balançavam, os dedinhos indicadores armados e todo mundo concordava em inglês que aquela era a maneira que viviamos com um tom de orgulho que mexeu com minhas indagações.
E o que incomodou foi o tom de orgulho. Só isso.
Afinal, são comandas rateando combos, bundinhas estigando a libido, tecidos brilhosos nas meninas versus a grife à mostra nos meninos, competindo o destaque, distribuição de cortesias e areas very important person para qualquer pé rapado puxa saco de produtor, fumaça mais inconveniente que a que meu Carlton libera, ofuscando minhas retinas e se fundindo a uma atmosfera garam, papos que não fluem por conta da disputa da voz humana versus a caixa de som estridente como o povo gosta... E então sofazinho pra conversar melhor?? E tão rápida uma colação de lábios... sim, porque beijo deve ser algo mais complexo.
Dai reparei no banheiro a cara de nojo para uma menina que estava de hawaianas. Por que tem que necessariamente estar de salto fino? Paetê, preto, brilhos, curtinhos, modernos, sexys, provocantes... só esses adjetivos tem relação com o ambiente? O cabelo tem que estar alisado e solto, a maquiagem é tão imprescindível quanto a identidade na porta da boate ou o cartão de crédito na saída?
Eu, sei lá... dessa vez não cantei essa música.
And Is this the way you live?
And Is this the way I live???
pra ser (totamente) sincera;
Eu era tão feliz
E não sabia, amor
Fiz tudo o que eu quis
Confesso a minha dor
E era tão real
Que eu só fazia fantasia
E não fazia mal
E agora é tanto amor
Me abrace como foi
Te adoro e você vem comigo
Aonde quer que eu voe
E o que passou, calou
E o que virá, dirá
E só ao seu lado, seu telhado
Me faz feliz de novo
O tempo vai passar
E tudo vai entrar no jeito certo de nós dois
As coisas são assim
E se será, será
Pra ser sincero, meu remédio é te amar, te amar
Não pense, por favor
Que eu não sei dizer
Que é amor tudo o que eu sinto longe de você
terça-feira, 17 de março de 2009
bla bla bla... fica com o de limão.
Joguei uma turbilhão de duvidas e conflitos em cima de uma coisa que a menos que ele queira destrinchar, talvez seja melhor ser tomado como uma demonstração de ciume fundamentada, mas nem por isso relevante.
Fiquei pensando em como atuar frente a essa situação que me vejo. Haja visto que centenas de gestos e palavras são recalcados pelo desconforto da interpretação, é contido todo um desejo demasiado de "pegar, botar no colo e ninar e tá tudo bem, eu to aqui". Pensando bem, graças a Deus.
Po! Não é como uma de minhas crianças, que mal falam frases simples, que exigem o que querem chorando, que pedem colo para se sentirem protegidos e que pensam que só eu sei o que fazer com elas. Trata-se de um cara gigante perante todas as dimensões que percebo, que atua como roldanha de uma máquina revolucionária, um catador de fluidos e cagador de idéias. Cara! É uma pessoa que tem 20 e poucos anos de armazenamento de dados e que não dá pra pegar, abrir uma gaveta, jogar fora o inutil e o absurdo e encher de outras coisas...
Tal situação me remete a mim, cuidando do meu avô. Ou seria Lou Salomé ajudando Nietzsche? Mas sempre fui Breuer! Mas Breuer nem sequer conheceu Nietzsche... E interjeiçoes patéticas de duvidas soariam agora...
De qualquer forma, continuava aqui, buscando uma maneira de entrar onde não tem portas.
Não dá pra simplesmente jogar uma bomba pq não vai sobrar nada.
O lance é ficar tateando pra encontrar uma passagem secreta. Mas tem que ir com calma pq é bem provavel ser tudo escuro lá do outro lado e cheio de movediças e preparados, para me lançar para longe a qualquer momento.
Sei que pareço, mas eu não to ansiosa... Nunca estive.
Só fiquei preocupada.
Eu conheço exatamente como é o terreno. Isso não significa que eu já tenha as ferramentas e possa sair quebrando toda essa crosta grossa e dura que envolve o subjetivo dele. O subjetivo dele, é o que tá lá, dentro de onde não existem paredes, é o grande desconhecido. E hoje ele ainda me disse ser vigiado por uma águia que é protegida por um leão. Mas o leão gosta da águia... Então ele só animalizou o que aqui mesmo chamei de coração e mente, no texto "mente que mente, coração a cor da ação".
E se assim for, quase que me parodiando, "aquele que fizer bem a águia, não viverá a margem de ser devorado pelo leão". Foi dai que surgiu a resposta para o meu maior questionamento enquanto digitava aquele outro e-mail... a conclusão;
Idiota, tava procurando um bote ou boias, prevendo uma inundação. Nem me preocupei em como fechar aquela torneira.
Acho que estou começando a encontrar os rumos frente a libertação, Sr. Nitz. É que com isso tudo, em flashback, veio a cena de quando eu disse "e sei que somente lhe trazendo sorrisos... pq em meio a lágrimas não retomo o que é bom, mas alimento o que plantei de ruim" à outrem. Se eu já fui capaz de dizer isso, eu deveria adaptar e expandir a qualquer tipo de situação.
Não percebi minha via de atalho quando me deparei com a principal interditada. Fiquei me sentindo incapaz de ajudar, embora desejasse, principalmente quando a onda dele bateu na minha margem. Mas agora acho que ao invés de querer encarar um oceano inteiro, só pra mostrar que eu quero salvar o náufrago e correr os riscos dos tubarões e da profundidade, sem estarmos devidamente protegidos, achei melhor explorar a ilha. Pq de repente, me dei conta que no outro lado do oceano é só um mundarel de terra como aqui.
Então... a gente vai lá, tudo bem, mas por que ir a nado? Afinal, qualquer hora a águia dá carona pra lá.
Enquanto isso...
Não pertube o leão!
Fiquei pensando em como atuar frente a essa situação que me vejo. Haja visto que centenas de gestos e palavras são recalcados pelo desconforto da interpretação, é contido todo um desejo demasiado de "pegar, botar no colo e ninar e tá tudo bem, eu to aqui". Pensando bem, graças a Deus.
Po! Não é como uma de minhas crianças, que mal falam frases simples, que exigem o que querem chorando, que pedem colo para se sentirem protegidos e que pensam que só eu sei o que fazer com elas. Trata-se de um cara gigante perante todas as dimensões que percebo, que atua como roldanha de uma máquina revolucionária, um catador de fluidos e cagador de idéias. Cara! É uma pessoa que tem 20 e poucos anos de armazenamento de dados e que não dá pra pegar, abrir uma gaveta, jogar fora o inutil e o absurdo e encher de outras coisas...
Tal situação me remete a mim, cuidando do meu avô. Ou seria Lou Salomé ajudando Nietzsche? Mas sempre fui Breuer! Mas Breuer nem sequer conheceu Nietzsche... E interjeiçoes patéticas de duvidas soariam agora...
De qualquer forma, continuava aqui, buscando uma maneira de entrar onde não tem portas.
Não dá pra simplesmente jogar uma bomba pq não vai sobrar nada.
O lance é ficar tateando pra encontrar uma passagem secreta. Mas tem que ir com calma pq é bem provavel ser tudo escuro lá do outro lado e cheio de movediças e preparados, para me lançar para longe a qualquer momento.
Sei que pareço, mas eu não to ansiosa... Nunca estive.
Só fiquei preocupada.
Eu conheço exatamente como é o terreno. Isso não significa que eu já tenha as ferramentas e possa sair quebrando toda essa crosta grossa e dura que envolve o subjetivo dele. O subjetivo dele, é o que tá lá, dentro de onde não existem paredes, é o grande desconhecido. E hoje ele ainda me disse ser vigiado por uma águia que é protegida por um leão. Mas o leão gosta da águia... Então ele só animalizou o que aqui mesmo chamei de coração e mente, no texto "mente que mente, coração a cor da ação".
E se assim for, quase que me parodiando, "aquele que fizer bem a águia, não viverá a margem de ser devorado pelo leão". Foi dai que surgiu a resposta para o meu maior questionamento enquanto digitava aquele outro e-mail... a conclusão;
Idiota, tava procurando um bote ou boias, prevendo uma inundação. Nem me preocupei em como fechar aquela torneira.
Acho que estou começando a encontrar os rumos frente a libertação, Sr. Nitz. É que com isso tudo, em flashback, veio a cena de quando eu disse "e sei que somente lhe trazendo sorrisos... pq em meio a lágrimas não retomo o que é bom, mas alimento o que plantei de ruim" à outrem. Se eu já fui capaz de dizer isso, eu deveria adaptar e expandir a qualquer tipo de situação.
Não percebi minha via de atalho quando me deparei com a principal interditada. Fiquei me sentindo incapaz de ajudar, embora desejasse, principalmente quando a onda dele bateu na minha margem. Mas agora acho que ao invés de querer encarar um oceano inteiro, só pra mostrar que eu quero salvar o náufrago e correr os riscos dos tubarões e da profundidade, sem estarmos devidamente protegidos, achei melhor explorar a ilha. Pq de repente, me dei conta que no outro lado do oceano é só um mundarel de terra como aqui.
Então... a gente vai lá, tudo bem, mas por que ir a nado? Afinal, qualquer hora a águia dá carona pra lá.
Enquanto isso...
Não pertube o leão!

domingo, 15 de março de 2009
Bem isso mesmo!
| (20:56) Ela: | sua feiosa como vc ta? |
|---|---|
| (20:57) Dora: | com saudades de vc! ehuieheuie to bem.. to bem.. e vc? como VOCEEEEEEEEE ta? ? ahauhauiahuiahauiahuaihauia |
| (20:57) Ela: | aaaaaaaaaaaaaaa amiga! eu nao sei! eu to confusa to com medo |
| (20:58) Ela: | to com mais medo dq confusa to pensando coisas que n devo pensar eu to amando ![]() HAIUHEOIUHAEIUHAEIUHEAIUHEA |
| (20:58) Ela: | mas ainda assim, eu to bem! aiuheiouhaeiuea |
quinta-feira, 12 de março de 2009
6.5 na Escala Richter
Um lugar dentro de mim treme.
É só um lugar. Um lugar que eu nem sei onde fica.
Não sei se queima ou se afoga.
Se é branda ou intensa.
Se dói ou só incomoda.
Se ou se... Bem, não sei.
Mas compromete todas as outras estruturas.
É só um lugar. Um lugar que eu nem sei onde fica.
Não sei se queima ou se afoga.
Se é branda ou intensa.
Se dói ou só incomoda.
Se ou se... Bem, não sei.
Mas compromete todas as outras estruturas.
Trabalhadora x Trabalhadeira
Toda mulher que trabalha é “trabalhadora”.
Toda mulher que trabalha muito e com prazer é “trabalhadeira”.
Portanto, uma mulher empenhada e satisfeita com o trabalho é trabalhadora e também trabalhadeira. Mas uma mulher insatisfeita com o trabalho é apenas trabalhadora.
Convém registrar que essa distinção não vale para os homens. Ou seja, no caso deles, “trabalhador” vale para os dois sentidos.
Toda mulher que trabalha muito e com prazer é “trabalhadeira”.
Portanto, uma mulher empenhada e satisfeita com o trabalho é trabalhadora e também trabalhadeira. Mas uma mulher insatisfeita com o trabalho é apenas trabalhadora.
Convém registrar que essa distinção não vale para os homens. Ou seja, no caso deles, “trabalhador” vale para os dois sentidos.
terça-feira, 10 de março de 2009
além do que obviamente ele compreendeu;
Bruno Gonçalves diz (23:29):
*Já achou seu coração?
Dorinha diz (00:00):
*Se eu te falasse que desde aquele tempo nada na minha vida mudou... que continuo no mesmo lugar; que dei um giro louco, fui ao máximo e fui ao mínimo, mas parei no MESMO lugar, como quem da uma volta de 360º... Acho que você não acreditaria.. rs
Bruno Gonçalves diz (00:01):
*Claro... Sempre acreditei em vc
Bruno Gonçalves diz (00:03):
*Mas ainda está no mesmo lugar então?
Dorinha diz (00:06):
*Sim, no mesmo lugar.
*Um lugar pouco confortável, meio penumbra... mas o mesmo. E acho que já acostumei em ficar aqui.
*Já achou seu coração?
Dorinha diz (00:00):
*Se eu te falasse que desde aquele tempo nada na minha vida mudou... que continuo no mesmo lugar; que dei um giro louco, fui ao máximo e fui ao mínimo, mas parei no MESMO lugar, como quem da uma volta de 360º... Acho que você não acreditaria.. rs
Bruno Gonçalves diz (00:01):
*Claro... Sempre acreditei em vc
Bruno Gonçalves diz (00:03):
*Mas ainda está no mesmo lugar então?
Dorinha diz (00:06):
*Sim, no mesmo lugar.
*Um lugar pouco confortável, meio penumbra... mas o mesmo. E acho que já acostumei em ficar aqui.
segunda-feira, 9 de março de 2009
reflexões fotográficas;
A camera digital trouxe a juventude de hoje a preocupação de se a foto do orkut está maneira; exaltando sua melhor face, melhorando o que podem em programas de edição e escondendo suas imperfeições normais.
Fotografo profissional é aquele que mexe melhor no photoshop, e não aquele que associa a melhor lente ao melhor angulo e luz...
Ah! Que saudades dos tempos polaroid... Né?
Fotografo profissional é aquele que mexe melhor no photoshop, e não aquele que associa a melhor lente ao melhor angulo e luz...
Ah! Que saudades dos tempos polaroid... Né?
domingo, 8 de março de 2009
opinião ao caso alheio;
Ela era moderninha.
Acompanhava ele em seus shows e eventos. Tipo tiete, cantando suas músicas em estado de empolgação, amiga de todos os amigos, amiga dele, mas com interesses secundários omissos ou nem tanto assim.
Sempre estava ela lá, ou quase sempre, como ela mesmo já disse.
E sempre aceitou a não monopolização, sempre entendeu o tribalismo que se fazia exigente para o prosperar daquele relacionamento. Tudo na boa, tantas vezes entregando sem reivindicar na mão da bandida o papel principal.
Tão moderno.
E Tão frágil.
E assim sendo, tão suscetível à catástrofes.
Toda aquela tranquilidade deu lugar da noite pro dia em cenas baratas.
Crises. Desconfortos. Gritos. Submissões. Escandalos. Saia já daqui e não volte nunca mais.
- Não quero mais vê-lo.
- Não quero nunca mais vê-lo.
- Não quero nunca mais vê-lo, juro.
- Não quero nunca mais vê-lo, juro por Deus.
- Não quero nunca mais vê-lo, acredite em mim!
E a cada episódio novo, sempre acrescentando mais palavras a sua frase já sem validade ou credibilidade.
E hoje ele é trouxa, escroto, ridiculo, muleque.
O problema é que hoje. E antes?
Ué, mudou? Mudou por que? Mudou pra quem?
A mudança ocorreu nela, não nele. Pra que esbravejar?
Por isso não há em minha opinião nenhum trouxa, escroto, ridiculo ou muleque frente a essa situação.
Existem espectativas em cima de argumentos moles, em situações pouco confiáveis permitidas por ela própria.
Mas como ela mesmo finaliza, "o que não presta sempre me interessou muito".
Ou seja, Ratificações.
Caso encerrado.
Acompanhava ele em seus shows e eventos. Tipo tiete, cantando suas músicas em estado de empolgação, amiga de todos os amigos, amiga dele, mas com interesses secundários omissos ou nem tanto assim.
Sempre estava ela lá, ou quase sempre, como ela mesmo já disse.
E sempre aceitou a não monopolização, sempre entendeu o tribalismo que se fazia exigente para o prosperar daquele relacionamento. Tudo na boa, tantas vezes entregando sem reivindicar na mão da bandida o papel principal.
Tão moderno.
E Tão frágil.
E assim sendo, tão suscetível à catástrofes.
Toda aquela tranquilidade deu lugar da noite pro dia em cenas baratas.
Crises. Desconfortos. Gritos. Submissões. Escandalos. Saia já daqui e não volte nunca mais.
- Não quero mais vê-lo.
- Não quero nunca mais vê-lo.
- Não quero nunca mais vê-lo, juro.
- Não quero nunca mais vê-lo, juro por Deus.
- Não quero nunca mais vê-lo, acredite em mim!
E a cada episódio novo, sempre acrescentando mais palavras a sua frase já sem validade ou credibilidade.
E hoje ele é trouxa, escroto, ridiculo, muleque.
O problema é que hoje. E antes?
Ué, mudou? Mudou por que? Mudou pra quem?
A mudança ocorreu nela, não nele. Pra que esbravejar?
Por isso não há em minha opinião nenhum trouxa, escroto, ridiculo ou muleque frente a essa situação.
Existem espectativas em cima de argumentos moles, em situações pouco confiáveis permitidas por ela própria.
Mas como ela mesmo finaliza, "o que não presta sempre me interessou muito".
Ou seja, Ratificações.
Caso encerrado.
Quem já não se apaixonou pelo seu ídolo?
Foi isso o tempo todo. Deveria ter percebido, então teria sido diferente. Teria sido como hoje pode ser, talvez como hoje seja.
Agora foi mais fácil perceber. Não é ele, homem, ele, cabelo, ele, sorriso, ele, estilo, ou daquelas coisas todas que eu pensava serem excitantes... Até porque não se trata de ser excitante, mas de ser interessante. É ele mente, é o lado B, o versa do vice, aonde ele escurece e eu de vela na mão tento ler.
Foi amor. Como eu amo tudo que me convence, tudo que admiro, tudo que fala lá pra dentro do meu desconhecido. Foi dali que partiu o sentimento, foi por isso que na ausencia doeu diferente, por isso que nunca esqueci, por isso que tantas vezes entupi os outros da mesma maneira que ele me entopia falando tudo que ele me dizia, é por isso que transcorre hoje desse jeito...
Um sentimento familiar, embora eu jurasse até antes de entender, que era exclusivo, distinto, maior que os demais... De certa forma fora. Afinal, nunca antes me emaginei em estado tão íntimo a nenhum idolatrado. Sempre eu cá, do lado receptor, lendo e ouvindo e os ídolos lá ou não... alguns enterrados, vide Lispector, Nietzsche... Outros vivos e desastrosos vide Zeca Baleiro, Nando Reis... Gente que fala pra dentro de mim, gente que fala algo que eu diria, gente que fala além do que eu entendo.
E todas pensavam que eu não conseguia parar de falar dele... Ninguém percebia, tampouco eu, que o que eu não conseguia era parar de falar das idéias dele! De tudo aquilo que algumas vezes eu já tinha visto ou pensado, mas nunca tinha falado ou compartilhado com alguém... Mas também coisas que eu nunca tinha reparado.
Em dialogo a Nietzsche, registrei aqui mesmo que ele me libertava e me fazia perder as minhas convicções. Já era então índicio dos elos intelectuais e não carnais.
Mas devo dizer que há não mais que 2 semanas ainda me encontrava enganada pelas minhas próprias percepções. Ainda pensava ser amor romantico, ser desejo de homem e mulher, ser saudade de lábios e toques... Jamais desconsiderarei aquele homem. Mas acho que está além da compreensão popular atingir tal entendimento. Acho que não entendem quando uma mulher respeita e admira outro homem sem ter a intenção de inseri-lo em seu contexto romantico.
Isso tudo eu entenderia por uma paixão que teve ou tem raiz na mente, não no meu coração.

[...]
Permita-me registrar uma observação pessoal: Não vejo mais maconheiros como foi Cazuza, Freud e os caras de ontem. Os maconheiros de hoje são grandes idiotas. São as mesmas drogas, mas as mentes cada vez mais vazias.
Além do mais, Nietzsche sempre é bem vindo...: "estou cercada por debiloides". Parece que todos são muito limitados... Dizem que ele era um cara avançado a sua geração... Mas percebo que ainda não chegou a geração a qual ele deveria pertencer... Então, encontrar alguém superior em tempos de "créu" seria estranho se não fosse apaixonante.
Amplie suas percepções! Exercite isso.
Agora foi mais fácil perceber. Não é ele, homem, ele, cabelo, ele, sorriso, ele, estilo, ou daquelas coisas todas que eu pensava serem excitantes... Até porque não se trata de ser excitante, mas de ser interessante. É ele mente, é o lado B, o versa do vice, aonde ele escurece e eu de vela na mão tento ler.
Foi amor. Como eu amo tudo que me convence, tudo que admiro, tudo que fala lá pra dentro do meu desconhecido. Foi dali que partiu o sentimento, foi por isso que na ausencia doeu diferente, por isso que nunca esqueci, por isso que tantas vezes entupi os outros da mesma maneira que ele me entopia falando tudo que ele me dizia, é por isso que transcorre hoje desse jeito...
Um sentimento familiar, embora eu jurasse até antes de entender, que era exclusivo, distinto, maior que os demais... De certa forma fora. Afinal, nunca antes me emaginei em estado tão íntimo a nenhum idolatrado. Sempre eu cá, do lado receptor, lendo e ouvindo e os ídolos lá ou não... alguns enterrados, vide Lispector, Nietzsche... Outros vivos e desastrosos vide Zeca Baleiro, Nando Reis... Gente que fala pra dentro de mim, gente que fala algo que eu diria, gente que fala além do que eu entendo.
E todas pensavam que eu não conseguia parar de falar dele... Ninguém percebia, tampouco eu, que o que eu não conseguia era parar de falar das idéias dele! De tudo aquilo que algumas vezes eu já tinha visto ou pensado, mas nunca tinha falado ou compartilhado com alguém... Mas também coisas que eu nunca tinha reparado.
Em dialogo a Nietzsche, registrei aqui mesmo que ele me libertava e me fazia perder as minhas convicções. Já era então índicio dos elos intelectuais e não carnais.
Mas devo dizer que há não mais que 2 semanas ainda me encontrava enganada pelas minhas próprias percepções. Ainda pensava ser amor romantico, ser desejo de homem e mulher, ser saudade de lábios e toques... Jamais desconsiderarei aquele homem. Mas acho que está além da compreensão popular atingir tal entendimento. Acho que não entendem quando uma mulher respeita e admira outro homem sem ter a intenção de inseri-lo em seu contexto romantico.
Isso tudo eu entenderia por uma paixão que teve ou tem raiz na mente, não no meu coração.

[...]
Permita-me registrar uma observação pessoal: Não vejo mais maconheiros como foi Cazuza, Freud e os caras de ontem. Os maconheiros de hoje são grandes idiotas. São as mesmas drogas, mas as mentes cada vez mais vazias.
Além do mais, Nietzsche sempre é bem vindo...: "estou cercada por debiloides". Parece que todos são muito limitados... Dizem que ele era um cara avançado a sua geração... Mas percebo que ainda não chegou a geração a qual ele deveria pertencer... Então, encontrar alguém superior em tempos de "créu" seria estranho se não fosse apaixonante.
Amplie suas percepções! Exercite isso.
Maria Eduarda;
alô, tá tudo bem...!
Isso é uma mentira.
A melancolia me leva a introspecção. E por sua vez, a introspecção me leva a reflexão que me leva a necessidade de manifestar meus emaranhados mentais... e pra cá eu venho.
Notório, no entanto, que há tempos não divulgo minhas idéias, não compartilho meus momentos, nem há registros recentes pessoais. Por essa premissa, dá então pra concluir que estou feliz?
Tudo transcorre bem...
Me tornei uma marombeira academica. Admito que estava fora de forma psiquica e de repente o levantamento de 10 textos por semana rendeu em estresses desprogramados à minha lua. Me serve de estimulo saber que ao final desse ano terei em minhas mãos meu atestado que sobrevivi com louvor a isso tudo e o titulo de Psicologa sem acompanhamento ante de 'estagiária', enrolado numa fita de seda colorida também é empolgante.
Sentir o abraço quente e pouco firme de minhas criança, os sorrisos timidos, anestesiam diariamente a realidade pesada da minha rotina de sobe e desce de escadas, ladeiras e elevadores. Além do cafuné matinal, que me dá subsídios para ir encarando a rotina e esperar pelo enfim descanso de final de semana.
Mas não to falando com meu coração. Ah, cara, ele tá se arriscando em sensações perigosas. Na boa? Larguei de mão e deixei ele agir sozinho. Não vou mais me meter, afinal, as consequencias é por conta dele próprio. Tá tentando me enlouquecer, sabe? Minha mente tem muitas coisas para se preocupar e pensar... não posso ficar disperdiçando meu tempo com essas coisas.
Não estou com isso me tornando uma pessoa superficial, fria mental e calculista emocional... Juro! É que dar 1 volta de 360º é uma coisa, várias é outra, entende? Ficar o tempo todo girando e indo ao mais elevado nivel e ao mais profundo e desgastante momentos depois e no final das contas, voltar ao mesmo lugar, entre outras coisas, é cansativo.
Não há descrição melhor para essa fase: "rapadura é doce, mas não é mole não".
quinta-feira, 5 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
Aham!!
http://www.mypersonality.info/doidorinha/
Eu sou equilibrada nas minhas caracteristicas. E já esperava por isso... Afinal, quem me acompanha sabe que sempre me julguei por paradoxal (aquela coisa de não ser uma determinada coisa. Ser e ao mesmo tempo não ser).
Mas...
Ajo obvimente mais muito mais calcada na sensibilidade do que no científico, dedutível, indutível, operante ou qualquer coisa do gênero.
Eu sou equilibrada nas minhas caracteristicas. E já esperava por isso... Afinal, quem me acompanha sabe que sempre me julguei por paradoxal (aquela coisa de não ser uma determinada coisa. Ser e ao mesmo tempo não ser).
Mas...
Ajo obvimente mais muito mais calcada na sensibilidade do que no científico, dedutível, indutível, operante ou qualquer coisa do gênero.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Diz o Horóscopo;
Momento de prazer e diversão
Prazer: esta palavra curta e simples sintetiza perfeitamente o momento que vai de 17/02 (Hoje) e 23/03 em sua vida, Doralice. Vênus em trânsito pela quinta casa astrológica sugere um período de festividades, de lazer, de romances e de sexo. É claro que não é apenas uma questão de se sentar e ficar esperando que tudo isso venha até você, e sim de aproveitar a maré do momento, que estará predispondo você a situações de prazer e de deleite. Afinal de contas, a energia amorosa está colorida e Vênus na Casa 5 favorece as situações românticas.
Prazer: esta palavra curta e simples sintetiza perfeitamente o momento que vai de 17/02 (Hoje) e 23/03 em sua vida, Doralice. Vênus em trânsito pela quinta casa astrológica sugere um período de festividades, de lazer, de romances e de sexo. É claro que não é apenas uma questão de se sentar e ficar esperando que tudo isso venha até você, e sim de aproveitar a maré do momento, que estará predispondo você a situações de prazer e de deleite. Afinal de contas, a energia amorosa está colorida e Vênus na Casa 5 favorece as situações românticas.
sábado, 17 de janeiro de 2009
made in blog februsau
Queria ter coragem
Para falar deste segredo
Queria poder declarar ao mundo
Este amor
Não me falta vontade
Não me falta desejo
Você é minha vontade
Meu maior desejo
Queria poder gritar
Esta loucura saudável
Que é estar em teus braços
Perdido pelos teus beijos
Sentindo-me louco de desejo
Queria recitar versos
Cantar aos quatros ventos
As palavras que brotam
Você é a inspiração
Minha motivação
Queria falar dos sonhos
Dizer os meus secretos desejos
Que é largar tudo
Para viver com você
Este inconfesso desejo.
(Carlos Drumond de Andrade)
Para falar deste segredo
Queria poder declarar ao mundo
Este amor
Não me falta vontade
Não me falta desejo
Você é minha vontade
Meu maior desejo
Queria poder gritar
Esta loucura saudável
Que é estar em teus braços
Perdido pelos teus beijos
Sentindo-me louco de desejo
Queria recitar versos
Cantar aos quatros ventos
As palavras que brotam
Você é a inspiração
Minha motivação
Queria falar dos sonhos
Dizer os meus secretos desejos
Que é largar tudo
Para viver com você
Este inconfesso desejo.
(Carlos Drumond de Andrade)
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Compromisso ético:
Detalhe SUPER importante sobre este blog:
O que está em roxo fui eu quem escreveu. O que está em vermelho, é de alguém, que eu li, curti e pensei "Caramba, que bacana! Eu queria ter escrito isso!".
* Preservo assim os direitos autorais alheios, posto que gostaria de que preservassem os meus.
O que está em roxo fui eu quem escreveu. O que está em vermelho, é de alguém, que eu li, curti e pensei "Caramba, que bacana! Eu queria ter escrito isso!".
* Preservo assim os direitos autorais alheios, posto que gostaria de que preservassem os meus.
? ahauhauiahuiahauiahuaihauia


